Fragmental

7/02/2005

JSP Virou Coisa de Gente Grande

Há um bom tempo eu não criava interfaces HTML.

Minhas últimas experiências com HTML, JSP e JSTL foram horríveis, e eu esperava não ter que usar isso tão cedo. Das útlimas vezes havia usado o Velocity para tentar fugir desta coisa horrível.

Eu gosto do Velocity não só por ser mais simples mas porque ele não te induz a colocar lógica em páginas, como scriptlets fazem. Como muitos parecem não saber:

Você não deveria, em hipótese alguma, usar JSP, Velocity, Freemarker ou qualquer outra coisa do gênero para qualquer outro fim que não seja gerar HTML dinâmicamente. A única finalidade destas tecnologias é criar HTML, não fazer processamento.
No meu último projeto, tive que criar uma simples interface web para a gerência de alguns parâmetros do sistema (que utiliza HTTP para sua atividade principal, mas troca mensagens em XML, não HTML) e como não tive muita escolha, resolvi usar as ferramentas padrão J2EE (como sempre, haviam sugerido Struts para uma aplicação CRUD com meia dúzia de páginas e servlets).

Me surpreenndi. Sério.

Claro que como estou sempre em fórums, eventos, palestras já conhecia JSTL, mas eu não sabia que ia efetivamente me dar prazer em usar. Apesar de eu não precisar de muitos recursos, a aplicação ficou bem limpinha e fácil de manter. Para aproveitar e aprender mais, resolvi fazer a interface tableless.

Eu ainda odeio fazer interface web, mas posso dizer que (como, aliás, já disseram no GUJ outro dia) pode-se usar JSP sem perder os poucos cabelos que restam no pobre programador.


 
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